sábado, 29 de outubro de 2011

Modernidade, até que ponto?

Com o advento das novas tecnologias, das revoluções industriais e todo o processo de urbanização de uma sociedade, as relações, as necessidades e todo um valor de civilização  vem em um retrocesso quase que constante.
Uma benção o grande "bum " da tecnologia? Ou um grande castigo nas mãos de homens e mulheres que se escravizaram diante dos desejos que a mídia incute? Uma população com valores, efêmeros e consumismo que supri de maneira enganosa todas essas necessidades.... Palavras chave que move o ser humano: CONSUMIR, ADQUIRIR E DESCARTAR. Nada na sociedade tem valor concreto ou qualitativo, a sociedade é quantitativa e vazia de sentido.
Para aguçar a discussão, segue o link de um vídeo que traz essa concepção do sólido e do líquido dentro de todo um contexto social, Baumam difunde e nos faz perceber que a modernidade vem se diluindo ao invés de se consolidar como meio de socialização. Individualismo, solidão, ou como há no vídeo "Caos é regra, ordem é excessão".
Inegável viver sem a evolução, mas não façamos de nossa humanidade consumidores de um fetiche comercial e vazios de sentimentos  e "humanidade".

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